– Adoro tanto todas as cores que uso preto!

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Os Bigos se mudaram, agora vocês

podem nos encontrar no seguinte site

www.bigalmentelocos.com.br

A História Mundial foi pontuada pelo sexo. Reis e rainhas, comandantes e conquistadores, escritores, dramaturgos, músicos e todo o tipo de artista… todos eles, em algum momento, por puro interesse político ou por pura putaria, se renderam aos prazeres da carne e deixaram seu rastro (urgh) na história da humanidade Eis alguns relatos interessantes sobre alguns personagens de nossa história…

* Comecemos pela sempre enigmática Cleópatra, que, dizem os arqueólogos, era feia, nariguda e tinha cabelo ruim. Cléo começou sua vida sexual como as menininhas de hoje em dia: aos 12 anos de idade, e pior, com seu irmão, Ptolomeu. Pegou tal gosto pela coisa que nunca mais parou, criou fama e deitou na cama. Em várias, aliás. Diz a lenda que a rainha aprimorou seus dotes num bordel de Alexandria e que era capaz de receber 100 homens em uma única noite….e nenhum se decepcionava. Eis uma b*** abençoada pelos deuses, digam lá…

* Mas isso é pouco perto de outro tarado, o Rei Salomão, que durante seus 40 anos de reinado teve cerca de 700 esposas e mais de 300 concubinas. Dizem que ele podia passar dois anos de sua vida sem dormir com a mesma mulher. As “minas” do Rei Salomão, no entanto, brigavam entre si para ver quem o monarca iria escolher para passar a noite com ele. Saia até morte! Vale dizer também que, apesar de tanto desfrute, Salomão ainda teve tempo de escrever 2 livros da Bíblia (Eclesiastes e Cântico dos Cânticos), reconstruir Israel, construir um dos maiores e mais belos templos da antiguidade, ser considerado um dos homens mais sábios que já existiu e ainda por cima ser humilde e concluir que era “tudo, tudo vaidade.” – Eita cabra bom!!!!

* Já na contramão da coisa toda, a Rainha Victoria (tataravó da rainha Elisabeth II da Inglaterra) foi uma rainha orgulhosa e frígida e por isso, uma terrível repressora sexual. Pra vocês terem uma idéia, a véia não fazia a menor idéia de que lesbianismo existia até que lhe apresentaram uma lei anti-homossexualismo para aprovar. Como não sabia o que era lesbianismo e nem queria descer do salto e perguntar para seus súditos do que se tratava, tirou toda e qualquer referência ao lesbianismo da tal lei. Por causa da ignorância sexual da rainha e de seu orgulho, o homossexualismo se tornou ilegal em todo o Reino Unido, enquanto o lesbianismo é perfeitamente legal.

* Espancamento e outros fetiches sado-masoquistas eram o máximo do prazer para o filósofo e romancista francês Jean-Jacques Rousseau, iniciado no masoquismo aos 11 anos por conta de uma professora primária que o espancava cada vez que ele soletrava uma palavra de modo errado.

* Outro que adorava um sofrimentozinho: Fiódor Dostoiévski, que se realizou vivendo uma vida tuberculosa e casando-se com uma russa feia, frígida e sado-masoquista.

* Fotografar bundas alheias era com nosso amiguinho Adolf Hitler, que mantinha em secreto uma coleção de fotos delas. Inclusive algumas reais, conservadas em formol, dizem. Ele ainda adorava botas, chicotes, livros (livros???) e filmes pornográficos, em especial os judaicos (rá!). Consta que, apesar de ter se casado, morreu virgem. Isso praticamente explica toda a II Guerra Mundial e o Holocausto.

* Charles Chaplin era chegado em ninfetas. E conseguia todas elas. Pior, com aquela cara de bobo, adorava mesmo era uma suruba das boas. Agora sim, tá explicado o modo engraçado com o qual ele andava.

* Napoleão Bonaparte gostava de sexo animal: rápido, furioso e barulhento. Dizem também que, para não quebrar uma célebre tradição francesa, gostava de mulheres fedidas, vide os famosos bilhetes que mandava para sua amante, Desirèe onde ordenava: “Chego hoje. Não tome banho” – URGH! A festa do baixinho porém, acabou cedo. Aos 40 anos, uma disfunção das glândulas endócrinas acabou por reduzir seu pênis a pouco mais de 2 cm. Eis o porque ele optou por ficar de quatro e acabou perdendo a guerra.

* Aprendam com o mestre! O grande conquistador Casanova usava metade da casca de um limão como anticoncepcional: além de funcionar como barreira, fornecia a acidez necessária para matar os espermatozóides. Mas tem que ser um limão rosa, vá…se for um siciliano….fudeu!

* O grande e majestoso imperador Júlio César (aquele mesmo que Cleópatra traçou) era chamado de “o marido de todas as mulheres e a esposa de todos os homens”. Era pura política, baby!

* Hipócrates, aquele mesmo, o pai da medicina, não era lá muito chegado em sexo. Ele chegou a descrever o orgasmo como uma ” pequena epilepsia”…bem que ele poderia ter sido um pouco mais romântico, como os franceses, por exemplo,que o chamam de “pequena morte”.

* George Bernard Shaw foi seduzido aos 29 anos por uma viúva rica e véia (seduzido?..hmm..sei) Ele odiou tanto a experiência que ficou traumatizado, tornando-se celibatário, tendo repulsa ao sexo e nunca, jameis, em hipótese alguma, escrevendo sobre.

* Nerds will be nerds – Dizem que Isaac Newton e Emmanuel Kant nunca transaram. Nem entre eles, nem com mais ninguém…o que explica todo o tempo que tiveram para escrever aquela pataquada toda como lei da gravidade e tratados da putaqueopariu.

* Goethe tinha ejaculação precoce. Não me perguntem como é que descobriram isso.

* A mulher de James Joyce, Nora Bernade, dizia em alto e bom som que o marido não entendia lhufas de mulheres. Dizem ainda que Joyce gostava de Wando e que mantinha calcinhas no bolso do paletó, para cheirá-las de vez em quando. Calcinhas sujas.

E para fechar com chave de pêlos, digo, de ouro:

* Vocês sabia que existiam perucas púbicas? Pois é, no alto do século 17, as mulheres que achavam que a perseguida precisava de um pouco mais de…volume, criaram as ditas que acabaram se chamando bowser. Havia de várias cores, com fitinhas e lacinhos. Coisa de inglês. E olha que inglês nem gosta de sexo!

* (Pesquisa feita através de fontes diversas, desde números antigos da Revista Nova até alguns sites de curiosidades da Internet)

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
Mas das coisas que foram sonhadas
E não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
Apenas agradecer por termos conhecido
Uma pessoa tão bacana,
Que gerou em nós um sentimento intenso
E que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.

Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
O que foi desfrutado e passamos a sofrer
Pelas nossas projeções irrealizadas,
Por todas as cidades que gostaríamos
De ter conhecido ao lado do nosso amor
E não conhecemos,
Por todos os filhos que
Gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
Por todos os shows e livros e silêncios
Que gostaríamos de ter compartilhado,
E não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.

Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
Fé é colocar seu sonho à prova!

Carlos Drummond de Andrade

Tó rindo pra cacete com o texto abaixo… Faço depilação, mais essa foi uma forma muito engraçada e exagerada de expor o “ponto de vista” masculino.

Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas “partes”. Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia:
– Por que não depilamos seus ovinhos?. Assim eu poderia fazer “outras coisas” com eles…
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam “outras coisas”. Respondi que não, que doeria… coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu não tive mais como negar. Concordei. Até porque estava curioso para fazer “outras coisas”.
Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações e só acordei quando escutei o beep do microondas. Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de “dona da situação” que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente. Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo.
Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o acesso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!! Bem quentinho! O Sr. Pinto já estava todo “pimpão” como quem diz: – Sou o próximo da fila!
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as “outras coisas” que viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viagem. Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUTA QUE O PARIU quase falado letra por letra. Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos e que precisava passar de novo. Respondi prontamente:
– Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda. Peguei meu gel pós barba com camomila “que acalma a pele”, enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round. Olhei para meu pinto. Ele era tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 5 graus abaixo de zero.
Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada ficou igual um carrasco mandando eu entregar o presidente da revolução. Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pêlos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer.
– Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pêlos nos ovos, respondi. Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!! Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim seria somente para perpetuar a espécie humana. No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.
Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.

Conclusão: Certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres. Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.

beauty_and_the_beast.jpgA bela e a fera.Era uma vez uma bela e virgem mocinha que foi raptada por uma fera. A fera era grande, chifruda, bruta e avantajada. A fera enjaulou a bela por semanas, e fez dela sua prisioneira. A fera tinha planos, planos sórdidos desde um cunilingus básico à gang-bang na floresta negra. E por noites a seguir a bela virgem esperneou, gritou, cansou e dormiu, dormiu o sono mais profundo de sua jovem vida.

Enquanto dormia, a fera se aproximou, a desnudou, farejou as suas carnes, acarinhou seus pelos e sentiu a textura de sua vagina virgem. Não se conteve e a lambeu devagar e com cuidado para não despertar a sua presa, que por medo, fingia dormir.

Toda a noite, durante semanas, o mesmo ritual se repetia: a fera lambia mais profundamente a bela que fingia dormir, não mais por medo, e sim por puro tesão.

Uma noite, porém, a fera não apareceu e a virgem não dormiu. Na noite seguinte a fera aparece ofegante e ereta, a observa dormindo, desta vez, não a acarinhou, tampouco a lambeu como de costume, ao invés disso, a fera a libertou!!!

A bela deu um salto pronta a gozar sua liberdade, quando um aperto no peito lhe imobilizou. – “Fera, por noites a fio, você me lambeu e lambeu, e agora você me liberta? Não gostas mais do meu sabor? Me lambe por favor? Please???

A besta rosnando embargada respondeu: “Doce bela virgem, Eu te lambia para me conter e não te comer, o teu cabaço é delicioso, mas hoje eu….er…. eu decidi! Eu vou enfim, te comer! Tire a roupa!

A bela toda serelepe se despe e se atira nas garras da fera, que a esquarteja e a devora.

Moral da estória: Sindrome de Estocolmo, é o caralho!

Quem disse que só se pode fazer sexo nos finais de semana ou, quem sabe, um dia sim e outro não? Se você quer esquentar a sua vida sexual e a de seu namorado, que tal pensar em um cardápio especialmente sensual para a semana?

Diga não à rotina
Você terá que encarar essa semana sensual com bom-humor, mente aberta e boa disposição. Não se trata de se matar de tanto fazer sexo, mas de disfrutar novas formas de ver e tratar a relação sexual de um casal.

Para que a semana seja perfeita, você e seu parceiro têm que planejá-la detalhadamente. A fase que antecede o planejamento será ótima para empolgar o casal, já que nela os dois devem falar um ao outro suas preferências e fazer um pacto para dedicar a cada um dos sete dias uma forma diferente. Nós propomos sete maneiras de se praticar o sexo, mas você deve também fazer o seu próprio menu.

segunda feira ->com as maos

Lembra no começo do relacionamento, quando o mero toque já levava às alturas? Esta segunda-feira será um ótimo momento para relembrá-lo. Talvez os hábitos, os corpos e seus gostos tenham mudado radicalmente, mas nada pode dar errado em uma mastubarção em conjunto, ainda mais se permite lembrar aqueles dias em que a masturbação era a máxima aspiração do casal.

terca feira ->banho sensual

Uma boa ducha quentinha, água abundante, sem nenhum pressa, os corpos bem molhados, esfregando a esponja um no outro, com muito sabão percorrendo o corpo de seu parceiro… Talvez vocês parem por aí, na ducha quente e relaxante, mas talvez ela só sirva como começo. De qualquer maneira, o importante é celebrar o ritual de um banho sensual e tomado juntinho.

quarta feira ->sexo oral

Como a entrada de uma excelente refeição, o sexo oral faz o menu de quarta-feira. Individualmente ou mesmo tempo, na famosa posição numérica, ele deve ser feito com suavidade e dedicação extrema. E, claro: sem pressa.

quinta feira ->jantar a dois

A sensualidade de quinta-feira estará centrada em uma boa mesa – de casa ou do restaurante – iluminada com velas e servida com elegância. Tanto faz se o menu é afrodisíaco ou não. O que importa é a intimidade e a química que une os dois amantes. É uma boa hora para praticar mais sexo oral e de cada um contar as suas fantasias e desejos.

sexta feira ->filme porno

Na sexta-feira, é hora de ir ao cinema. Ou melhor, de ficar em casa e assistir a um vídeo. Pornô, claro. Obviamente tem de ser um filme proibido para menores de 18 anos e com tema explicitamente sexual. Sem nenhuma vergonha, temor ou pudor em frente às cenas vistas.

Um recente estudo mostrou que cada vez mais mulheres procuram ver filmes pornográficos. Pois então, nada melhor que comtemplá-los na companhia de seu parceiro – que já deve conhecer vários de cor e salteado mesmo.

Sabado ->banho de espuma

Quanto tempo faz que vocês não tomam um banho desses juntos? Hoje é dia de banho de espuma. Quente e íntimo. Perfeito para acariciar um ao outro, fazer massagens gostosas, roçar as zonas erógenas e acabar sabe-se lá como e onde

Domingo ->fim de festa

Cansados da agitação da semana? Seguramente não. Se vocês ainda não chegaram ao prato principal – sim, ao velho e sempre bom sexo -, está na hora de experimentá-lo. Se não agüentaram o clima de sensualidade dos outros dias e já o fizeram, está na hora de fazer uma “auto-avaliação”.

Vocês têm que aproveitar as últimas horas e repassar algumas dúvidas: fizemos aquela posição de que tanto falamos? Repetimos aquela que tanto nos agradou? Acabaremos esta semana sensual sem ter tornado nossas fantasias realidade? Sem dúvida alguma domingo é o dia perfeito para abrir uma garrafa de champanhe e celebrar um ótimo fim de festa.